Ardência de humilhação cortante
Vejo um negro no açoite
Os nervos contornando a saudade saliente
O samba fugindo ao longo da noite
Na roça, cumprimentei jeca tatu
Durante uma entrada no Sertão
Pálido,desgraçado,farto...amarelão?
É de ter inchada e não ter chão
Perto de uma urninha Maria carregava
Na mão seca um nome ilegível
Quem deu foi o caro Seu amigo
Inteligente,cativante e sensível
Comprei um jornal pra manchar de café
Faltava um pedaço, parecia surreal
Tiveram de arrancar, já estava sujo
Mas sujeira é o que tinha na minha máquina digital
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